quarta-feira, 17 de março de 2010

Novos confrontos religiosos na Nigéria deixam 13 mortos

NIGÉRIA (27º) - Pastores muçulmanos da etnia fulani mataram 13 habitantes de um vilarejo cristão em uma zona do centro da Nigéria que já foi cenário este mês de confrontos violentos, informou o secretário de Informação do estado de Plateau, Gregory Yenlong.
"Posso confirmar que 13 pessoas morreram e seis ficaram gravemente feridas", disse o secretário. "Os cadáveres estão carbonizados parcialmente", continuou. O secretário afirmou ainda que pelo menos seis casas foram incendiadas.
No início do mês, o país foi abalado por uma onda de violência: pelo menos 500 pessoas foram assassinadas por camponeses muçulmanos fulani em três aldeias dos arredores da cidade de Jos.

Segundo testemunhas, os camponeses, que estavam armados com revólveres, fuzis, metralhadoras e facões, atacaram os moradores dos povoados de Dogo Nahawa, Zot e Ratsat, que são majoritariamente cristãos.

Não bastasse a violência, o país vive também uma crise política. Na semana passada, milhares de nigerianos marcharam até os portões do palácio presidencial para exigir o fim da presidência do líder doente, Umaru Yar"Adua, para que o presidente em exercício Goodluck Jonathan possa assumir o cargo oficialmente.

O líder de 58 anos não é visto em público desde que foi à Arábia Saudita para tratamento médico no final de novembro. Ele retornou à Nigéria há três semanas, mas permanece muito fraco para governar. Fontes da presidência disseram que ele ainda segue em tratamento intensivo.

A disputa de poder no país de 140 milhões de habitantes e membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo poderia paralisar o governo, ameaçar um programa de anistia na região petrolífera no delta do rio Niger, e forçar reformas em diversos setores, como o bancário e o de petróleo e gás natural.

* Com agências internacionais


Fonte: UOL



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Autoridades se recusam a devolver passaporte de cristão


EGITO (20º) - Na semana passada, um tribunal egípcio se recusou a devolver o passaporte de um ex-muçulmano que deixou o Egito para salvar sua vida.

Na terça-feira, 9 de março, o Tribunal do Estado em Giza, um tribunal administrativo, se recusou a devolver o passaporte de Maher Ahmad El-Mo’otahssem Bellah El-Gohary. El-Gohary conta que ficou arrasado com a decisão, que faz com que ele viva com medo pelos próximos meses.

“Estou muito, muito desapontado e infeliz com o que aconteceu, pois estou sendo ameaçado – minha vida está ameaçada, a vida da minha filha está sendo ameaçada, e eu não me sinto seguro no Egito.”

Na Nabil Ghobreyal, advogado de El-Gohary, disse que o governo se recusou a dar qualquer justificativa pelas ações contra o cristão.

“Ninguém explicou porque o passaporte foi confiscado”, disse Nabil.

No dia 17 de setembro de 2009, as autoridades do Aeroporto Internacional do Cairo confiscaram o passaporte de El-Gohary, 57, também conhecido como Peter Athanasius, quando ele tentava sair do país para visitar a China. Depois, ele pretendia viajar para os Estados Unidos. Mas no momento do embarque, disseram que sua viagem havia sido proibida por “uma alta autoridade”.

El-Gohary espera que o Presidente Barack Obama e outros líderes mundiais pressionem o governo egípcio para que ele possa sair do país.

Apesar de todas essas provações, El-Gohary afirma que sua fé permanece firme e que não se arrepende de ter se tornado um cristão.

“Eu não me arrependo mesmo”, ele declara. “Esse é o caminho estreito pelo qual os cristãos têm que passar para receber a vida eterna. Não me arrependo de nada. Minha filha e eu somos muito gratos por conhecer a Cristo e saber que Ele é o Caminho”.


Tradução: Missão Portas Abertas


Fonte: Compass Direct


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terça-feira, 16 de março de 2010

Participe do Domingo da Igreja Perseguida!


Participe do maior evento de mobilização da Igreja brasileira pelos cristãos perseguidos
BRASIL (*) - Em todo o mundo, cerca de 100 milhões de cristãos são perseguidos por conta de sua fé em Cristo. Muitos deles vivem em países em que a religião oficial é o islamismo, o hinduísmo, ou que têm regimes políticos comunistas e nenhuma religião é permitida. Nessas nações, os cristãos são minoria e enfrentam os mais diversos tipos de restrições, desde a perda do emprego, até a morte de familiares.

Entretanto, são poucos os brasileiros que sabem disso. Provavelmente, acredita-se que, por se estar em pleno século XXI, a perseguição não aconteça mais. Porém, não é isso que a Missão Portas Abertas tem acompanhado e, por esse motivo, ela tem a grande tarefa de levar à consciência da Igreja no Brasil essa verdade.

A mídia secular tem, cada vez mais, destacado os fatos da intolerância religiosa contra os cristãos. Jornais como o Diário de S.Paulo e sites como o UOL, publicaram recentemente notícias sobre a perseguição. Por isso, é hora de a Igreja no Brasil tomar conhecimento e agir em favor da parte do Corpo.

Um dos eventos para despertar nas igrejas brasileiras a lembrança desses irmãos perseguidos é o DIP - Domingo da Igreja Perseguida - que foi criado pelo Irmão André, fundador da Portas Abertas, há 20 anos. A data varia de ano para ano, pois é marcada para o domingo seguinte ao de Pentecostes. Esse critério foi adotado porque no relato bíblico de Atos 4, o início da perseguição aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, pode-se dizer que essa foi a “fundação” da Igreja Perseguida.

Este ano, o DIP acontecerá em 30 de maio. Nesse dia, as igrejas criam atividades de acordo com o tempo permitido pelo pastor. Algumas utilizam todo o domingo, outras parte do dia, ou ainda, parte do culto. O que importa, é que a Igreja brasileira ouça sobre a Igreja Perseguida. O site www.domingodaigrejaperseguida.org.br contém todas as informações necessárias para realizar o evento, com sugestões e explicação de como se tornar um organizador do DIP.

O organizador é a pessoa responsável pelo evento em sua comunidade. Ele será o representante dos cristãos perseguidos em sua congregação, pois o DIP não pode acontecer sem ele. Ele é fundamental para que as igrejas em todo o país saibam o que os cristãos no mundo têm enfrentado para servir a Cristo.

Você pode ser um desses cristãos como Paulo descreveu em 2 Coríntios 8.4: “Por iniciativa própria eles nos suplicaram insistentemente o privilégio de participar da assistência aos santos", que fazem questão de ajudar aos “santos”. A Igreja Perseguida precisa que você, que sabe que ela existe, divulgue a outros. Ela precisa ser conhecida. Ela precisa que seus irmãos da Igreja Livre intercedam, orem e lembrem deles em suas atividades na igreja.

Converse com seu pastor e seja um organizador. Estamos à sua disposição para ajudá-lo a criar o melhor ambiente dentro do tempo que lhe for permitido. Não fique de fora! Participe da assistência aos nossos irmãos que nos ensinam lições de fé, perseverança e força em meio a tantas adversidades.

A Igreja Perseguida precisa de você. Faça algo por ela. Realize o DIP em sua igreja.




* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.
Missão Portas Abertas



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segunda-feira, 15 de março de 2010

Evangelho puro e sem mácula ainda existe?

Vi estes vídeo no blog do Pr. Jeremias do Couto e fiquei emocionado, então resolvi postar aqui no bServodeCristo.
Pregando o verdadeiro evangelho de Cristo, sem nenhuma mácula, estes homens de Deus deixam um legado à igreja do Senhor, viver uma vida de santidade e de poder, não a mentira de um evangelho de facilidades e flores, onde se estala os dedos e tudo acontece.
Assista e veja qual a vontade de Deus para nossas vidas e para a Igreja do Senhor.
Acorde Igreja - David Wilkerson e Leonard Ravenhill


Manifestações ABSURDAS - David Wilkerson (legendado)





Como disse o Pr. Geremias:
Há Elias entre as Igrejas

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Líder muçulmano condena violência contra cristãos

EGITO (20º) - “Eu me oponho aos ataques contra os cristãos no Egito da maneira mais forte possível”. Asghar Ali, um indiano muçulmano e líder do Centro de Estudos de Sociedade e Secularismo de Mumbai, não usa termos incertos para condenar a violência contra a comunidade copta no Egito. “A vida humana é sagrada, e ninguém pode reivindicar o direito de atacar outro ser humano por qualquer razão. Isso é inaceitável.”

No dia 12 de março em Mersa Matrouh, uma multidão de três mil fanáticos se uniu contra os fieis coptas reunidos para orar. A violência fundamentalista, instigada pelo imam local, foi iniciada pelo rumor de que os cristãos haviam começado a construir uma nova igreja que, na verdade, é uma casa de repouso. O conflito deixou 25 pessoas feridas e a polícia prendeu cerca de 30 pessoas, entre cristãos e muçulmanos.

No caso do ataque que aconteceu no Egito, assim como em muitas outras ocasiões, o imam (líder muçulmano) local provocou o conflito, “amaldiçoando” os cristãos e convocando uma “guerra santa”. “Neste mundo existem líderes religiosos de todos os tipos, de fundamentalistas que instigam o ódio entre as minorias, a imans que tem uma visão mais liberal. No entanto, qualquer um que provoque o ódio entre as religiões deve ser condenado.”

Tradução: Missão Portas Abertas


Fonte: AsiaNews



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